Quando a educação se torna inimiga da inteligência


O aumento dos anos de escolaridade tem nos tornado menos inteligentes a cada geração, pois está associado a uma reduzida fertilidade dos mais inteligentes, principalmente das mulheres, como indica um estudo recente de Taiwan. Abaixo estão alguns dos achados do estudo:


Anos de educaçãoNr. filhos
até 6 anos3.42
mais de 16 anos1.93


QINr. filhos
até 843.16
acima de 1152.29


Correlação entre nr. de filhos e...
QIAnos de educação
Mulheres−.25*−.38*
Homens-.08−.21*
* Significante num intervalo de confianca de 99,9%

Tendo em conta que o QI médio de Taiwan é 99,8 , os autores esperam uma queda de 1.19 ponto por geração.
É preciso ser realista com relação às tendências naturais femininas para entender o fenômeno. Mulheres são hipergâmicas, ou seja, preferem homens mais inteligentes e que tenham status superior ao seu. A hipergamia em si é eugênica, pois favorece a reprodução dos mais bem sucedidos em sociedades tradicionais e poligâmicas, mas tem o efeito oposto de reduzir a fertilidade feminina no contexto atual. O estudo tende a aumentar ainda mais as expectativas delas com relação aos parceiros, de modo que só uma pequena minoria se torna elegível para elas. Quanto mais estudam e ganham status, mais criteriosas elas se tornam, de modo que a grande parte das acadêmicas acaba solteira e sem filhos. Com elas, perdem-se preciosos genes de inteligência.
Por outro lado, o estudo universitário toma os anos mais férteis das mulheres, de modo que, se elas forem ter filhos, começarão tarde e em relação às que não estudaram. Por isso, o número de descendentes tende a ser menor. Mais uma vez, os genes inteligência perdem espaço.
Por último, mas não menos importante, devemos nos lembrar do feminismo acadêmico, que deprecia a maternidade em favor do carreirismo. Elas aumentam as demandas com relação ao comportamento "machista" e "patriarcal" dos homens, adotam uma cultura de sexualidade livre, e deterioram seu valor no mercado matrimonial. Jovens impressionáveis e com a tendência feminina de demandar sempre mais dos homens são presas fáceis desta ideologia, com resultados catastróficos para sua fertilidade.
Como já alertava o grande eugenista Francis Galton em 1869:
Em uma civilização velha, há um contínuo impedimento à fertilidade das classes mais hábeis, de modo que os imprevidentes e sem ambição são aqueles que mantêm a reprodução da raça. Assim, a raça deteriora-se gradualmente, tornando-se a cada geração menos adaptada a uma alta civilização, embora retenha as aparências externas de uma, até o ponto em que todo o tecido político e social se desintegre e um estado mais ou menos profundo de barbárie se instale,  durante o qual a raça talvez recupere o rumo.
Diante destes fatos, a única medida que me parece adequada é encurtar os anos de estudo, principalmente dos mais inteligentes, já que eles aprendem mais rápido e efetivamente que os demais. Assim, seus precisos genes terao maior chance de sobreviver nas próximas gerações.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O fim de uma elite que deu as costas à vida

Eugenia e responsabilidade reprodutiva

Pela reabilitação da eugenia